CNLB Oeste 1 apresenta planejamento da nova gestão a Dom Dimas Lara Barbosa

Encontro reforçou a comunhão entre o laicato e a Arquidiocese de Campo Grande e marcou a apresentação das diretrizes que orientarão a atuação do CNLB Oeste 1 até 2029

Representantes do CNLB Oeste 1 foram recebidos em audiência por Dom Dimas Lara Barbosa, arcebispo metropolitano de Campo Grande, para apresentar a nova equipe de articulação do Conselho e compartilhar o planejamento estratégico que norteará a atuação do organismo no quadriênio 2026–2029. O encontro também foi ocasião para dialogar sobre o fortalecimento da organização do laicato na Arquidiocese de Campo Grande.

Durante a reunião, a equipe apresentou os resultados da Assembleia Formativa e Eletiva realizada em Naviraí e entregou o Plano Estratégico e o Plano de Implementação 2026–2029, documentos elaborados a partir da escuta das sete Igrejas Particulares de Mato Grosso do Sul e do discernimento realizado pelos cristãos leigos e leigas da região. O planejamento estabelece prioridades voltadas ao fortalecimento da organização, da formação e da missão do laicato.

Outro tema de destaque foi a articulação do laicato na Arquidiocese de Campo Grande. O CNLB Oeste 1 colocou-se à disposição para colaborar com o processo de reflexão sobre a constituição de uma equipe de articulação do Conselho Arquidiocesano de Cristãos Leigos e Leigas, reafirmando seu compromisso de caminhar em comunhão com a Igreja local.

Dom Dimas acolheu a delegação e informou que o tema já vem sendo discutido na Arquidiocese, em diálogo com o Conselho Nacional do Laicato do Brasil. O arcebispo também destacou a importância da renovação periódica das lideranças nos organismos eclesiais, pastorais e movimentos, ressaltando que a alternância de responsabilidades favorece o surgimento de novas lideranças, amplia a participação dos fiéis e fortalece a corresponsabilidade na missão evangelizadora da Igreja.

Realizado em clima de comunhão, escuta e esperança, o encontro reafirmou o compromisso do CNLB Oeste 1 de atuar em sintonia com os bispos e com as Igrejas Particulares, fortalecendo o protagonismo dos cristãos leigos e leigas e contribuindo para a construção de uma Igreja cada vez mais sinodal, missionária e participativa.