Romaria e missa no Santuário Nacional celebram os 50 anos do CNLB

Romaria e missa no Santuário Nacional celebram os 50 anos do CNLB

A manhã do domingo, 22 de junho, foi marcada por emoção, memória e compromisso no Santuário Nacional de Aparecida. A missa em ação de graças pelos 50 anos do Conselho Nacional do Laicato do Brasil (CNLB) reuniu centenas de pessoas de diferentes partes do país, encerrando a Romaria Jubilar e o 8º Encontro Nacional do Laicato. A celebração foi presidida por Dom Jaime Spengler, arcebispo de Porto Alegre e presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

Durante a homilia, Dom Jaime destacou a importância do protagonismo laical na missão evangelizadora da Igreja, reforçando o chamado à ação em todos os ambientes da sociedade. “Temos como compromisso testemunhar o evangelho e cultivar os valores do Reino em todos os ambientes”, afirmou, convidando os leigos e leigas a seguirem firmes no anúncio da esperança e na construção da justiça.

A celebração integrou a programação do 8 Encontro Nacional do Laicato e da 43ª Assembleia Geral Ordinária do CNLB, realizados de 19 a 22 de junho. Na ocasião, os delegados e delegadas elegeram a nova presidência do organismo para o triênio 2025-2028. Márcio José de Oliveira, do Regional Sul 1, foi escolhido como presidente. “Assumimos esta missão com temor, mas com muita esperança de poder contribuir com a caminhada do CNLB, numa caminhada sinodal com os outros organismos do Povo de Deus, fortalecendo o diálogo com as expressões laicais da Igreja no Brasil”, afirmou.

Fundado em 1975, inspirado pelo Concílio Vaticano II, o CNLB representa os cristãos leigos e leigas que atuam na Igreja e na sociedade, com presença em 19 regionais da CNBB. Ao longo de cinco décadas, o organismo tem contribuído para a formação de lideranças, a articulação de pastorais e movimentos, e o fortalecimento da missão laical no Brasil.

A Romaria Jubilar e a celebração em Aparecida reafirmaram o compromisso do CNLB com uma Igreja viva, sinodal e em saída, onde leigos e leigas atuam como sujeitos eclesiais na transformação do mundo.